Há 40 anos os astronautas Neil Armstrong, Buzz Aldrin e Michael Collins, a bordo do Apollo 11, partiram rumo à Lua. No site em destaque, acompanhe, em tempo real, toda a missão. A aterrisagem na Lua deu-se em 20 de julho de 1969.
Julho 16, 2009
Julho 15, 2009
Julho 14, 2009
Quem te viu quem te vê!
O Excelentíssimo Presidente da República Lula e Excelentíssimo Senador Collor confraternizaram-se em Palmeira dos Índios, interior de Alagoas, durante a inauguração de uma barragem. Lula agradeceu o apoio de Collor a seu governo, enquanto Graciliano Ramos, certamente, movia-se no túmulo.
Julho 12, 2009
Salão Internacional de Humor do Piauí
Ricardo Soares, autor de desenhos de celebridades do jazz, apresentados durante o Salão, em solo na Praça Pedro II.
Julho 11, 2009
Teresina Rock
Radiofônicos, domingo, 5, no Centro Artesanal Mestre Dezinho: programação do 26º Salão Internacional de Humor do Piauí.
Julho 05, 2009
Julho 04, 2009
Julho 03, 2009
Julho 02, 2009
Agora, sim, o Salão Internacional de Humor do Piauí
A Fundação Nacional do Humor , à frente Albert Piauí, realiza, em Teresina, espraiando-se pela Praça Pedro II, Centro Artesanal Mestre Dezinho, Avenida Antonino Freire, Palácio de Karnak, Igreja São Benedito, canteiro da Frei Serafim, o 26º Salão Internacional de Humor do Piauí, conforme se extrai do site do evento.
O Salão foi aberto ontem e findará na terça-feira, 7,
Junho 30, 2009
Junho 28, 2009
Junho 25, 2009
Junho 21, 2009
Junho 19, 2009
De olho no SALIPI
O poeta e historiador Chico Castro, flagrado no 7º dia do 7º Salão do Livro do Piauí. Antes, estivera, como palestrante, por dentro do 12º Seminário Língua Viva, discorrendo sobre a Coluna Prestes no Piauí, tema, aliás, de livro editado pelo Senado Federal.
Foi uma surpresa, aliás, a participação do poeta no Seminário Língua Viva, que se confunde com o SALIPI, ante a posição adotada por Chico Castro em 2008, meses de outubro e novembro (a respeito, clique aqui, aqui e aqui).
Nem pense que se destinou espaço ao Chico Castro no Seminário Língua Viva porque o Senado Federal ocupou stand no SALIPI, disponibilizando, entre vários títulos, o citado A Coluna Prestes no Piauí. O convite ao Chico Castro para participar do Seminário Língua Viva deu-se por obra de Feliciano Bezerra, um dos coordenadores do 7º Salão do Livro do Piauí e integrante de uma das famílias mais afinadas, também na cultura, com o governo petista, sem qualquer vinculação com a presença do Senado Federal no evento.
Junho 16, 2009
Junho 14, 2009
Por dentro do SALIPI
Paulo Machado, no Bate-papo Literário com Luiz Romero, lançando poema concreto em camiseta.
Paulo Machado terminou por proferir, ao invés de bate-papo, uma das melhores palestras do 7º Salão do Livro do Piauí. Praticamente nenhum trabalho teve Airton Sampaio, mediador em substituição ao Luiz Romero.
Os organizadores bem que poderiam convidar Paulo Machado para o Língua Viva no próximo evento.
Encontro no SALIPI
Dois dos mais representativos integrantes da geração de 1970, no segmento literatura produzida no Piauí: o poeta Paulo (Henrique do Couto) Machado e o contista Airton Sampaio (de Araújo).
Por dentro do SALIPI no 6º dia
A poetisa Alzair, rompendo com a programação, por obra de Luiz Romero, ao declamar poema durante o Bate-papo Literário com Ronaldo Mousinho.
Junho 13, 2009
Por dentro do SALIPI no seu 4º dia
Renata Pitta e Geraldo Brito, entremeando com a melhor música, recital de poesia do Sarau Ágora, na Arena da Poesia.
De olho no SALIPI
O poeta William Soares e o contista J. L. Rocha do Nascimento. Pouco depois, mostrando que tem a força da DIMAPI, o poetinha vendia a este blogueiro e ao J. L., livros que trazia consigo.
Junho 12, 2009
Kkkkkkkkkkkkkkkkk
Prohíben venta local de Coca Cola Zero*
Gobierno ordenó sacar la gaseosa de circulación en todo el país
Uno de los productos más recientes que ha lanzado The Coca Cola Company en Venezuela, la Coca Cola Zero, no podrá ser vendida más en el territorio nacional, luego de que el Ministerio del Poder Popular para la Salud y Protección Social ordenara prohibir la comercialización de la gaseosa por "considerar que contiene un componente que puede resultar perjudicial para los humanos", destacó la Agencia Bolivariana de Noticias (ABN).
Jesús Mantilla, titular de la cartera de Salud, dijo que también se ordenó la recolección de todas las Coca Cola Zero que se encuentran en los establecimientos comerciales del país: "El producto debe salir de circulación para preservar la salud de los venezolanos", sostuvo Mantilla, citado por la ABN.
Coca Cola Zero es una bebida gaseosa cuya promesa principal es la de ofrecer un sabor similar a la del producto original de la compañía original de Atlanta, EEUU, la famosa cola negra, pero sin las calorías que lleva ésta en su contenido.
El producto lleva edulcorantes que le permiten tener sabor dulce, sin añadir los elementos que suelen ser poco compatibles con la buena salud y que le son atribuidos al azúcar.
La bebida fue lanzada recientemente a escala nacional con una agresiva campaña publicitaria.
* Matéria extraída do site de El Universal.
A Coisa Berlusconi*
Por José Saramago
Não vejo que outro nome lhe poderia dar. Uma coisa perigosamente parecida a um ser humano, uma coisa que dá festas, organiza orgias e manda num país chamado Itália. Esta coisa, esta doença, este vírus ameaça ser a causa da morte moral do país de Verdi se um vómito profundo não conseguir arrancá-la da consciência dos italianos antes que o veneno acabe por corroer-lhes as veias e destroçar o coração de uma das mais ricas culturas europeias. Os valores básicos da convivência humana são espezinhados todos os dias pelas patas viscosas da coisa Berlusconi que, entre os seus múltiplos talentos, tem uma habilidade funambulesca para abusar das palavras, pervertendo-lhes a intenção e o sentido, como é o caso do Pólo da Liberdade, que assim se chama o partido com que assaltou o poder. Chamei delinquente a esta coisa e não me arrependo. Por razões de natureza semântica e social que outros poderão explicar melhor que eu, o termo delinquente tem em Itália uma carga negativa muito mais forte que em qualquer outro idioma falado na Europa. Foi para traduzir de forma clara e contundente o que penso da coisa Berlusconi que utilizei o termo na acepção que a língua de Dante lhe vem dando habitualmente, embora seja mais do que duvidoso que Dante o tenha utilizado alguma vez. Delinquência, no meu português, significa, de acordo com os dicionários e a prática corrente da comunicação, “acto de cometer delitos, desobedecer a leis ou a padrões morais”. A definição assenta na coisa Berlusconi sem uma prega, sem uma ruga, a ponto de se parecer mais a uma segunda pele que à roupa que se põe em cima. Desde há anos que a coisa Berlusconi tem vindo a cometer delitos de variável mas sempre demonstrada gravidade. Além disso, não só tem desobedecido a leis como, pior ainda, as tem mandado fabricar para salvaguarda dos seus interesses públicos e particulares, de político, empresário e acompanhante de menores, e quanto aos padrões morais, nem vale a pena falar, não há quem não saiba em Itália e no mundo que a coisa Berlusconi há muito tempo que caiu na mais completa abjecção. Este é o primeiro-ministro italiano, esta é a coisa que o povo italiano por duas vezes elegeu para que lhe servisse de modelo, este é o caminho da ruína para onde estão a ser levados por arrastamento os valores que liberdade e dignidade impregnaram a música de Verdi e a acção política de Garibaldi, esses que fizeram da Itália do século XIX, durante a luta pela unificação, um guia espiritual da Europa e dos europeus. É isso que a coisa Berlusconi quer lançar para o caixote do lixo da História. Vão os italianos permiti-lo?
* O texto de José Saramago foi extraído de seu Caderno. Antes o artigo foi publicado pelo El Pais. As fotos utilizadas nesta postagem estão sendo veiculadas no site do jornal espanhol mencionado – clique nas fotos para ir aos endereços eletrônicos.
Junho 11, 2009
Por dentro do SALIPI no seu 3º dia
Radiofônicos, com nova formação, foi a segunda atração da noite no Quintal Pop.
A banda, segundo o jornal do 7º SALIPI, deveria exibir-se hoje. Mas é como diz o Humberto: não confie em tudo que lê.
Aguarde
HQ inédita, por Amaral. Para acesso a algumas páginas, visite o setcuia, com um clique sobre a capa.
Por dentro do SALIPI no seu 3º dia
A outra, atração do Quintal Pop, que se realiza no Centro de Artesanato Mestre Dezinho, a partir das 20h00min., durante o SALIPI.
30 anos
J. L. Rocha do Nascimento, Francisco Sales e este blogueiro publicamos, em 1979, Um dedo de prosa, com ilustrações de Fernando Costa, Heloisa Cristina e Amaral. A capa é uma xilogravura de Fernando Costa.
Um dedo de prosa é um autêntico exemplar da geração mimeógrafo.
Junho 09, 2009
De olho no SALIPI
Francisco Sales, co-autor, juntamente com este blogueiro e J. L. Rocha do Nascimento, de Um dedo de prosa, publicado em 1979. Foi quase o 5º tarântula. A opção pela poesia o afastou do grupo de contistas.
Abertura do 7º Salão do Livro do Piauí
Na manhã de ontem, por volta das 8h00min., deu-se a abertura, no Teatro 4 de Setembro, do 7º Salão do Livro do Piauí, sob os holofotes, entre outros, de Wellington Dias, governador do Estado do Piauí; Sílvio Mendes, prefeito de Teresina; Feliciano Bezerra, presidente da Fundação Quixote; Assis Carvalho, Secretário Estadual da Saude do Piauí; Sônia Terra, presidenta da Fundação Cultural do Piauí; Cineas Santos, presidente da Fundação Monsenhor Chaves; Nelson Nunes, representante da Seccional do Piauí da Ordem dos Advogados do Brasil: Manoel Paulo Nunes, presidente do Conselho Estadual de Cultura; Nazareno Fonteles, deputado federal; João de Deus e Flora Izabel, deputados estaduais; Rosário Bezerra, vereadora; e Salgado Maranhão e Isabel Ferreira, escritores.
A Orquestra Sinfônica de Teresina, integrante, suponho eu, da Fundação Monsenhor Chaves, executou diversas peças.
Foram oradores, em destaques, Feliciano Bezerra, Wellington Dias e Sílvio Mendes. Reverencia-se o prefeito de Teresina, que, manifestamente quebrando o cerimonial, fez subir ao palco, integrando a mesa da solenidade, o poeta Salgado Maranhão – afinal, dava-se início ao Salão do Livro do Piauí.
Aposto que o cidadão comum não compreendeu que o Salão do Livro do Piauí é realização da Fundação Quixote. Muitos imaginaram que é realizado pelo Estado do Piauí. Somente assim, para o cidadão comum, (a) seriam justificadas as presenças de tantos parlamentares do Partido dos Trabalhadores e a condução da abertura do evento pelo cerimonial do governo estadual; e (b) seria compreendida a assertiva do governador de que Wellington Soares, titular da pasta da Comunicação do Estado do Piauí não larga o SALIPI por nada.
Junho 08, 2009
Reunião dos Tarântulas
Deu-se no sábado, 6, no Parque Piauí, reunião do Grupo Tarântula. Decidiu-se algumas questões. Será anunciada uma delas nos próximos dias no Confraria Tarântula, blog do grupo. A outra, velha proposição – a edição de coletânea de contos – será concretizada, espera-se, em março de 2010.
Programação do 7º Salão do Livro do Piauí
Dia 08
8h - Abertura
Orquestra Sinfônica de Teresina
10h - “O perfil literário de Alvina Gameiro”
Guttemberg e Argemiro Gameiro/DF
Filhos da autora homenageada
14h – "Os irmãos Karamabloch”
Arnaldo Bloch/ RJ
Jornalista
16h – A Coluna Prestes no Piauí
Chico Castro/PI
Jornalista e Poeta
19h - Apresentação Bringel Garibaldi Ramos
“Roberto Carlos em Detalhes”
Paulo César Araújo/ RJ
Historiador
Dia 09
8h - “Show-rock-contação”
Márcio Trigo/RJ
Escritor
Patrícia Mellodi/PI
Cantora
10h – “As dimensões da arte”
Alcione Araújo/RJ
Escritor
14h – “Sem medo de ser tanto: ser...tão imaginário de sertão e identidade cultural no Piauí”
Dione Moraes/PI
Professora UFPI
16h – “Literatura Penisular”
Ismênia Sales/ PI
Professora da Air Force Academy Colorado EUA
19h – Apresentação Soraya Castelo Branco
“Clarice Lispector: da biografia à fotografia”
Nadia Batella/SP
Professora da USP
Dia 10
8h - “Um Olhar sobre a trajetória de Alvina Gameiro”
Algemira Mendes/PI
Professora da UESPI
10h – “Memórias Urbana nos caminhos poéticos de H.Dobal”
Silvana Pantoja/PI
Professora da UESPI
14h – “A arte de cuidar”
José Eduardo de Siqueira/PR
Professor e médico
16h – “Vinicius: o poeta da paixão”
Jose Castelo/PR
Crítico e jornalista
19h – Apresentação Luíza Miranda e Josué
“1968 – O que fizemos de nós”
Zuenir Ventura/RJ
Jornalista e escritor
Dia 11
8h – “Euclides da Cunha – vida e obra”
Carlos Nejar/RJ
Poeta e crítico
10h – “A literatura latina, sua permanência e influência no mundo Ocidental”
Laura Silveira/PI
Professora da UFPI
14h – “Balaiada: 170 anos
Claudete Dias/PI
Professora da UFPI
16h – “Narrativas nos jogos digitais”
Thiago Falcão/ BA
Professor da UFBA
19h – Apresentação Carol Castro e Geraldo Brito
“Um olhar vanguardista no balaio da poesia feminina angolana”
Isabel Ferreira/ Angola
Escritora
Dia 12
8h – “O processo da autoria na construção do texto”
Audemaro Taranto/ MG
Professor da PUC/MG
10h – “O processo da leitura na recepção do texto”
Márcia Moraes/ MG
Professora da PUC MG
14h – “Os impactos das construções urbanas na qualidade de vida das cidades”
Eduardo Borsoy
Professor da UFPI
16h – “Linguagem e tecnologia: (re) configurações na era da informação
Francisco Wellington/ PI
19h – Apresentação Bruno Farias
“1808 – A invenção do Brasil”
Laurentino Gomes/RJ
Historiador
Dia 13
8h – “Ortografia da Língua Portuguesa: entre acordos e desacordos”
Domício Proença Filho/RJ
Escritor e membro da ABL
10h – “Educação para a inclusão escolar e social”
José Pacheco/ Portugal
Educador e escritor
14h – “Centenário de Pativa do Assaré”
Dimas Macedo/CE
Poeta e ensaísta
16h – “Perdão e auto perdão, atitudes de sabedoria”
Yasmin Madeira/RJ
Conferencista espírita
19h – Apresentação Feliciano Bezerra
“Palavra e imagem desde a ilha de Cuba”
Senel Paz/ Cuba
Escritor
Dia 14
8h – “O novo acordo ortográfico da língua portuguesa”
Evanildo Bachara/RJ
Gramático e membro da ABL
10h – Inter-relações de espaços e gêneros discursivos nas letras das Américas”
Charles Perrone/USA
Professora da universidade da Flórida
14h – “Jovens escritores – entrega de prêmios”
19h – Apresentação Patrícia Mellodi e Rita Ribeiro
Fonte: acessepiauí.
Junho 04, 2009
Há vinte anos
o regime ditadorial chinês esmagou, com prisões e mortes, na Praça Tiananmen, em Pequim, manifestações iniciadas em abril, 15, a favor da democracia. Em maio, 20, o governo fizera viger lei marcial e, na noite de junho, 3 , utilizou-se de tanques e da infantaria na Praça de Tiananmen para dissolver o protesto.
Expressivo o número de manifestantes que foram mortos nas dissoluções das manifestações em diversos locais de Pequim. Organizações de direitos humanos calculam em três mil os mortos nos protestos de Tiananmen. Outros tantos foram presos – 130 pessoas, de acordo com a Human Rights Watch, estão presas desde a barbárie comunista. Muitos deixaram o país.
Há esforço do Partido Comunista de fazer com que o episódio não seja lembrado. O tema é proibido na imprensa chinesa. O Chengdu Wanbao, por exemplo, em 2007, foi obrigado a demitir diversos redatores que permitiram a veiculação de um anúncio homenageando as mães das vítimas.
Maio 31, 2009
Como melhor promover o Estado
Ontem, durante o II Festival da Mantiqueira – Diálogos com a Literatura, em São Francisco Xavier, distrito de São José dos Campos, foram conhecidos os finalistas que disputam o Prêmio São Paulo de Literatura 2009, concedido pelo Estado de São Paulo. Ei-los:
Melhor Livro do Ano (de 2008):
Carola Saavedra, Flores azuis (Companhia das Letras);
João Gilberto Noll, Acenos e afagos (Record);
José Saramago, A viagem do elefante (Companhia das Letras);
Lívia Garcia-Roza, Milamor (Record);
Maria Esther Maciel, O livro dos nomes (Companhia das Letras);
Milton Hatoum, Órfãos do Eldorado (Companhia das Letras);
Moacyr Scliar, Manual da paixão solitária (Companhia das Letras);
Ronaldo Correia de Brito, Galiléia (Editora Objetiva)
Silviano Santiago, Heranças (Rocco); e
Walther Moreira Santos, O ciclista (Autêntica Editora); e
Melhor Livro do Ano - Autor Estreante (de 2008):
Altair Martins, A parede no escuro (Record);
Contardo Calligaris, O conto do amor (Companhia das Letras);
Estevão Azevedo, Nunca o nome do menino (Editora Terceiro Nome);
Francisco Azevedo, O Arroz De Palma (Record);
Javier Arancibia Contreras, Imóbile (7 Letras);
Marcus Vinicius de Freitas, Peixe morto (Autêntica Editora);
Maria Cecília Gomes dos Reis, O mundo segundo Laura Ni (Editora 34);
Rinaldo Fernandes, Rita no pomar (7 Letras);
Sérgio Guimarães, Zé, Mizé, Camarada André (Record); e
Vanessa Barbara e Emilio Fraia, O verão do Chibo (Editora Objetiva).
Serão conhecidos os vencedores em agosto, 3 - R$ 200.000,00 (duzentos mil reais) para cada vencedor -, em cerimônia no Museu da Língua Portuguesa, em São Paulo.
Os livros finalistas foram escolhidos por júri formado pelos professores Ivan Marques e Marcos Moraes; pelos escritores Menalton Braff e Fernando Paixão; pelos livreiros Paula Fabrio e José Carlos Honório; pelos críticos literários Marcelo Pen e Josélia Aguiar; e pelos leitores Márcia de Grandi e Mario Vitor Santos.
As obras finalistas serão submetidas a um segundo grupo de jurados.
Fonte: VNews.
Maio 28, 2009
Maio 27, 2009
Agende
Amanhã, última quinta-feira do mês, é dia de Sarau Ágora na Churrascaria Nova Brisa, a partir das 20h30min.
H. Dobal será o poeta homenageado. Renata Pitta cantará acompanhada de Geraldo Brito.
Renata Pitta, aliás, assegura que o microfone é aberto para a sua interferência, se você quiser recitar um poema, cantar ou apresentar outra performance.
* * *
Jurei que nunca mais botaria os pés na Churrascaria Nova Brisa, diante do péssimo atendimento que o Grupo Tarântulas recebeu. Mas, se a saúde me permitir, estarei lá, sem consumir coisa alguma, claro: melhor evitar situação estressante.
Piauí, terra querida, filha do sol do equador… ou apenas um personagem collodiano?
Foto de autoria não identificada.
Espera-se que nem mesmo o ilustre itainopolitano acredite no que diz.
Fonte: Portal Cidade Verde.
Maio 26, 2009
Maio 22, 2009
Maio 16, 2009
Don Juan em ruínas,
“És um senhor tão bonito
Quanto a cara do meu filho
Tempo Tempo Tempo Tempo
Vou te fazer um pedido
Tempo Tempo Tempo Tempo”
Caetano Veloso
já não se olha no espelho: as mãos vincadas denunciam a vetustez. O rosto, antes das mãos, composto em mosaico. E quando inteiramente disforme a face, desprezou os espelhos. Foi quando se enclausurou no apartamento. Notícias, absolutamente inúteis, chegavam-lhe com Zefinha, serviçal, como fora a avó e a mãe. Sabe da vida lá fora, em verdade, por sua Nikula. Da varanda, até certo tempo, avistou o calçadão da Barão de Castelo Branco, com bundas em exercícios. Com elas, lembranças de algumas mulheres que tivera. Deixou de vê-las quando a memória falhou definitivamente. Agora, mira a luneta em direção à zona leste, e à frente de seus olhos apenas transeuntes.
Dom Juan em trapos, ei-lo dirigindo-se ao escritório, aflito para, num lampejo de memória, narrar mais uma de suas aventuras. À escrivaninha, nenhuma lembrança. Restara-lhe gritar por Zefinha que, lasciva, como a avó e a mãe, atendeu-o nua. E então narrou a sua desfloração por Laerte, em um elevador, como antes narrara o seu desvirginamento por Abreu, em casa; por Berto, num matagal; por Cardoso, num campo de várzea; por Deodato, atrás da matriz; por Francisco, num Fusca; por Guilherme, num riacho; por Henrique, num motel; por Ismar, numa avenida; por Jaime, num jet sky; e por Kelson, num hotel, como se tivesse sido, efetivamente, a sua primeira trepada. À narrativa de Zefinha, por ele adornada, nenhuma ereção, mesmo quando, vez por outra, olhava a carne fresca, os pelos púbicos. A terceira geração, para ele, definitivamente, inatingível.
Nem lembra, coitado, que a mulher, sua companheira, por várias vezes tentou matá-lo, possessa por flagrá-lo em sem-vergonhices. Ele sempre, quando não possível as negar, alegava que fora seduzido, cinicamente recomendando que as matasse e não a ele, verdadeira vítima. A mulher, nessas ocasiões, retrucava que não se tornaria uma serial killer. Os amigos, quando os tinha, lembravam dos episódios, às gargalhadas. Agora, restava-lhe, acha, apenas Elizeu — há menos de um ano se falaram ao telefone. Os demais mortos estavam.
O que lembra, e lembra bem, é do temor que tinha da velhice. Os primeiros cabelos brancos pareceram-lhe uma condenação severa. Nunca supôs que a pena que o tempo iria lhe impor era a da prisão perpétua, sem qualquer apelação. Melhor a de morte. A morte — ah, a morte! —, recusava-lhe como hóspede: a certeza advinha de fracassadas tentativas de suicídios. Definitivamente, teria que viver com o que mais abominou na vida: o envelhecimento.
Conto deste blogueiro antes publicado no Confraria Tarântula.
J. L. Rocha do Nascimento
Conheço J. L. Rocha do Nascimento desde a segunda metade da década de 1970. Lá se foram, certamente, mais de três decênios. Fizemo-nos irmãos, e, como todos os irmãos, partilhamos interesses e divergimos em alguns assuntos e momentos. Nada que não aconteçam com irmãos de sangue. Tivemos, temos, e certamente teremos projetos comuns. O Direito foi um deles. A literatura, outro. Assim, publicamos, em 1979, Um dedo de prosa, em co-autoria também com Francisco Sales, quase o quinto tarântula, e, mais tarde, nos reunimos com os meus também irmãos Airton Sampaio e Bezerra JP e demos cria ao Vencidos, e dessa reunião, sabem vocês, nasceu o Grupo Tarântula.
J. L. Rocha do Nascimento aniversaria hoje. Completa exatos 50 anos de idade. Tenho certeza que estaremos próximos por outras décadas, realizando muitos projetos.
Feliz aniversário, meu irmão.
Maio 14, 2009
O atendimento da Claro, na terça-feira, 12, foi uma bosta.
A conexão banda larga 3G da Claro, há dias, não tem me servido muito. Terça-feira, 12, tentei o suporte pelo telefone 1052. Aposto que você, leitor, não é anta como eu: certamente não se conecta à internet pelo serviço banda larga 3G da Claro. Vou explicar por quê. Um pouco depois de 19h00min e até aproximadamente 23h00min. tentei o atendimento via telefone (o único possível, uma vez que não tinha conexão estável). Então, foi assim: ligava para 1052, e uma mensagem de voz cientificava-me que, se queria informações acerca do número do celular que disquei, deveria aguardar na linha; se quisesse informações sobre outro celular ou se fosse cliente banda larga, deveria teclar 2. Teclava 2, e ainda a mensagem de voz pedia-me para que digitasse o número do celular ou o CPF, se fosse cliente banda larga. Teclava o CPF, corretamente, e a mensagem de voz dizia que o número do CPF não era válido. Repetidas a mensagem, a minha digitação, e a conclusão anterior, a mensagem de voz emendava a me informar que o telefone de que falava não está bloqueado para fazer ligações; que não era necessário informar pagamento, se o celular não estivesse bloqueado, entre outras maluquices absolutamente estranhas à minha pretensão: suporte à banda larga. Ao falar com atendentes, repetindo o número do meu CPF, e o número do meu modem, nunca consegui chegar ao suporte: a ligação caía antes, ou, cansado de ouvir uma música de espera, desligava o celular para tentar novamente. Foram gerados, entre vários protocolos, os de números 200970183605, 200970196441 e 200970207470, que anotei. Computei, pelo menos, 15 ligações para a Claro.
Durante o período em que, por diversas vezes, tentei acesso ao suporte à banda larga da Claro, vi o Decreto n.º 6.523, de 31 de julho de 2008, ser desprezado pelo atendimento da operadora mencionada, como se neste país as normas tivessem como destinação unicamente a latrina.
P.S.: Esta postagem é creditada a Deus, que tem mais poder, por óbvio, do que a Claro, uma vez que a minha conexão, desde as 2h00min., é porcaria pura, e não consigo falar com o suporte.
Maio 10, 2009
Desastres
Veem-se capas, como The Dark Side Of The Moon, que inspiram outros álbuns, quer com leituras da obra do Pink Floyd ou não. Duvido, contudo, que estas encontrem seguidores:
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Fontes: LP Cover Lover e o blog Imagens Engraçadas. Outras pérolas são encontradas acessando as fontes.
Joãozinho, o voyeur, depois que o cinturão vergastou-lhe as costas nuas seguidas vezes*
Por J. L. Rocha do Nascimento
- Então, moleque! Ainda vai espionar sua irmã (que, dentro do quarto, com o ouvido colado à porta e nua, mordia, de puro gozo, as unhas e ria de prazer, isso depois dos sucessivos orgasmos que coincidiram com as vergastadas) se trocando pelo buraco da fechadura?
- Prometo (que) não, mãe, respondeu, ajoelhado, a cabeça baixa, as mãos para trás, a esquerda fechada com a falange distal do polegar introduzida entre o indicador e o médio.
* Conto extraído do Confraria Tarântula, veiculado sexta-feira, 8.










