CADÊ?

setembro 02, 2008

De um ângulo quase perfeito

De Pingtung, Taiwan, para o mundo: Ang Lee

Foto sem crédito.

Sem palavras


Charge de Ique extraída do site do JB Online.

Scarlett Johansson: Anywhere I Lay My Head

Anywhere I lay my head (2008), produzido por David Andrew Sitek, guitarrista do TV On The Radio, é o primeiro disco de Scarlett Johansson. À exceção de Song For Jo, da própria Johansson, todas as canções de são Tom Waits, razão maior, aliás, para este registro. Não é que resultado final seja ruim: a limitação da voz da atriz é amenizada pelos arranjos épicos do próprio David Andrew Sitek. Além do mais, socorrem-na, ainda, na empreitada ousada - a de gravar Tom Waits -, David Bowie e Nick Zinner, guitarrista da banda Yeah Yeah Yeahs.
Destaques para Town with no cheer, Falling down, Fannin’ street e I wish I was in New Orleans.

setembro 01, 2008

Liberado el músico cubano Gorki Águila*

El artista tendrá que pagar una multa de 17 euros por "desobediencia".

Foto: EFE

El líder de la banda cubana de punk-rock Porno para Ricardo, Gorki Águila, conocido por sus críticas al régimen castrista detenido el lunes pasado, ha sido liberado hoy tras un juicio por una acusación de "desobediencia", por el que se le ha impuesto una multa de 25 dólares (17 euros).
Gorki fue juzgado por "desobediencia" en vez de la inicial acusación de "peligrosidad social" que se le había atribuido. "Ese cambio de medida fue momentos antes de yo llegar al tribunal", ha dicho Águila a la prensa en su casa, adonde fue escoltado por policías al terminar el proceso.
El músico, que ha permanecido cuatro días detenido y dos de ellos incomunicado, ha dicho poco antes de ser trasladado al tribunal que le tomaron una "nueva declaración" y le informaron de "que le habían cambiado el delito". En su opinión, se trataba de darle "una lección" para "silenciar" a su grupo y su música, y ha añadido que, a pesar de la "repercusión" del caso, estaba seguro de que "no lo iban a absolver".
"Yo no soy un político, simplemente soy un artista, me proyecto como tal (...) he criticado lo que me ha molestado", ha precisado Gorki, de 39 años, cuyo polémico repertorio igual se burla del líder cubano, Fidel Castro, que utiliza el sexo como bandera.
Proceso "irregular"
El líder de la Comisión Cubana de Derechos Humanos y Reconciliación Nacional (CCDHRN), Elizardo Sánchez, uno de los observadores que presenció el juicio, definió el proceso como "irregular" y "una farsa judicial" porque no tuvo "las debidas garantías procesales".
Sánchez, a quien el padre del músico contactó en busca de ayuda, ha declarado que el denunciante de Gorki fue un oficial de la policía, los testigos otro agente policial y la presidenta de un Comité de Defensa de la Revolución del barrio del músico. La acusación de "desobediencia", ha añadido el disidente Sánchez, se basó en supuestas molestias causadas por los ensayos de la banda.
El activista ha resaltado que el cambio de cargos se debió "evidentemente" a "otra decisión política", porque aunque el proceso transcurrió con "la apariencia de procedimiento común", tuvo una " naturaleza política".


* Matéria extraída do site do El País, publicada em agosto, 30.

Cadê o Chico?*

Por Airton Sampaio




Chico Buarque de Holanda! A ditadura militar brasileira viu alma de bigode com a arte desse poeta, que a denunciava a nós e ao mundo. Agora, a ditadura castrista, seguindo com as sandices próprias de qualquer ditadura, encarcerou e, depois da reação internacional, feita de blog em blog, liberou o músico Gorki, da PROIBIDA banda de punk rock Porno para Ricardo. Chico Buarque calado estava, Chico Buarque calado ficou, Chico Buarque calado ficará. Moral da história? Ditadura de direita nunca mais, mas se dita de esquerda... Que coisa feia, seu Pablo Milanez, quer dizer, seu Chico!


* Postagem extraída de AirtonSampaioBlog, publicada em agosto, 30.

Impressões de um espectador: o dia em que Mão Santa perdeu o emprego

Foto sem crédito.


Tenho as impressões de O dia em que Mão Santa perdeu o emprego a partir de sua reprodução em DVD, pois o show propriamente dito eu não o vi. E não gostei de O dia em que Mão Santa perdeu o emprego, em DVD, porque
a) o formato do show é amador. Mais parece uma gravação doméstica com acabamento final produzido utilizando-se de algum softwarezinho gratuito, sem tantos recursos: o menu é de uma pobreza estética franciscana; e os dezesseis primeiros minutos são compostos por performances de João Cláudio Moreno, antecedidos por tela cheia com legendas, repetidas em narrações de Willian Tito, e arrematadas por reações da platéia, em cortes grosseiros, a ponto de comprometer a continuidade, focalizando, quase sempre, o próprio Mão Santa e a Adalgisa. Vejo Joaquim Júnior, Sérgio Lima e Frankland Alves, editores de imagem do show, além de Marcela Aragão, que assina a direção geral com Sérgio Lima, como os responsáveis por tais amadorismos. Certamente melhor ficaria o DVD se se deixasse o show fluir como num teatro. A edição limitar-se-ia, neste caso, apenas na apresentação de João Cláudio Moreno em melhores ângulos, a partir das imagens recolhidas por Nilson Alves, João Damata, Cleiton Pereira, Iomar Silva e Antônio PHD (Tonhão).
b) findo esses dezesseis primeiros minutos, o show descamba para a mixórdia, afastando-se muito do personagem do título do show. E aí João Cláudio Moreno repete piadas de bêbados e imitações de Alberto Silva e Afonso Gil, entre outros. Algumas piadas são tão antigas que somente quem acertou na megasena acumulada, e sozinho, ou quem, abduzido por extraterrestres, ficou por pelo menos 50 anos longe da Terra, ou quem for insano, sorrirá.
c) finalmente, João Cláudio Moreno escolheu mal o personagem para imitar. Definitivamente, Mão Santa não precisa de caricaturista: a audiência da TV Senado não deixa dúvida disto.


* A foto que ilustra esta postagem foi extraída do site do Governo do Estado do Piauí.