CADÊ?

janeiro 10, 2010

Lute

Foto5 Lute é cartunista, ilustrador e artista plástico. Atualmente é chargista de opinião do jornal Hoje em Dia, de Minas Gerais. A sua genialidade, expressa em seus cartuns, não o afeta: é gentileza só. Explico: autorizou-me, de cara, sem me conhecer, a veicular neste blog os trabalhos que publica no seu, e, se não fosse pouco, destinou-se, por e-mail, como mensagem de ano novo, a charge impressa a baixo, também veiculada, em janeiro, 1º, no mencionado jornal, e em seu blog, em dezembro, 31:
mail A sensibilidade  do artista está presente na charge postada logo em seguida em seu blog, na segunda-feira, 4:
opit-02012010_charge O texto que se seguiu à charge identifica-o:
Um ano que já começa de luto!
Triste postar esta charge depois dessa aí abaixo...
Minha solidariedade às vítimas dessa tragédia.

Pra começo de semana

janeiro 09, 2010

Lançamento do Marquês de Paranaguá

Chico Castro_Marques Chico Castro lançou, na quinta-feira, 7, em Teresina, no Palácio da Música, o livro Marquês de Paranaguá, o 55º Perfil Parlamentar, editado pela Câmara Federal, com a presença, entre tantas, de jornalistas, historiadores, Secretários de Estado, parlamentares e familiares do político perfilado.
O lançamento aqui deveu-se à Fundação Quixote. Por isso, suponho, a eleição do Palácio da Música para o evento,
Soares_e_Romero e as atuações de Wellington Soares, como mestre de cerimônias, e Luiz Romero, como apresentante de Chico Castro. Luiz Romero, aliás, não se prendeu a apresentar Chico Castro: teceu alguns considerações sobre o João Lustosa da Cunha, o Marquês de Paranaguá, chamando-o, em certo momento, de Marques de Pombal, arrancando, assim, risos da comportada assistência.
Vagner_e_Valor do Pi Antecederam à oração de Luiz Romero, as exibições de Vagner Ribeiro e o Grupo Valor do PI, com Wânia Sales (rabeca e voz), Beto Boreno (triângulo), Marcelo Lípi (zabumba e voz) e Caitano Salitre (flauta e voz), e
DSC_0011da graciosa bailarina Anne Juliette, executando Esmeralda. A menina arrancou aplausos efusivos. Garanto que não apenas porque tem apenas 8 anos.
jesualdo_paes landim Oraram, depois de Luiz Romero, Jesualdo Cavalcanti e Paes Landim. Jesualdo Cavalcanti, aliás, deu aula à assistência ao apresentar o Marquês de Paranaguá. Àqueles que não o conheciam, como eu, mostrou que João Lustosa da Cunha, no Império, ocupando vários Ministérios e presidindo o Conselho de Ministros, fora personalidade importante. Avalio que, na República, João Paulo dos Reis Velloso, Hugo Napoleão do Rego Neto e João Henrique de Almeida Souza foram fichinhas diante do Marquês de Paranaguá. Nem mesmo Petrônio Portela fez-lhe sombra. Pareceu-me que o seu prestigio, no Império, mais se assemelha ao do José Sarney, na República, que, embora não tenha sido Ministro, como político, nomeia quem deseja para qualquer Ministério.
DSC_0019Chico Castro pronunciou-se em seguida. Falou das dificuldades para edição de Marquês de Paranaguá, projeto iniciado ainda na gestão de Aldo Rebêlo na presidência da Câmara Federal. Atribuiu aos empenhos de Paes Landim e Osmar Júnior a publicação do livro. Visivelmente emocionado, declarou o seu amor pelo pai, José de Sousa Castro, presente na solenidade, e por sua mãe, Cândida Gonçalves de Mesquita, já falecida, responsáveis, em essência,  por sua formação intelectual.
DSC_0021 Por fim, enquanto servido coquetel, Chico Castro autograva o seu livro. Cada presente saiu com pelo menos um exemplar.

janeiro 06, 2010

Palavras absolutamente desnecessárias*

tn_625_490_paixao_050110 Charge: Paixão

* Charge veiculada na terça-feira, 5, no Gazeta do Povo.
De uns tempo para cá, tenho veiculado, via de regra, charges e cartuns autorizados por seus autores. Não é, confesso, o caso, deste trabalho de Paixão. Mas o trabalho é tão genial que corro o risco…