CADÊ?

fevereiro 12, 2014

dezembro 26, 2012

Contozinho de Natal II*


Um casal saíra de um restaurante. O homem cambava. Bêbado, imaginou. Então, Jesus Cristo, com uma arma de brinquedo, a única para os três filhos, disse: É um assalto. A mulher, a infeliz mulher, delegada, sacou de uma 465 e deu-lhe três tiros nas fuças.


* Texto publicado hoje no Confraria Tarântula.

junho 11, 2012

Sexo e rock and roll



Airton Sampaio e este blogueiro faremos, amanhã, no Clube dos Diários, sessão de autógrafo de Dei pra mal dizer: contos eróticos, como parte do evento Namorados e Solteiros, da banda Radiofônicos.


maio 30, 2012

Programe-se


Entrevista deste blogueiro a Henrique Douglas, do programa Interferência, da TV Antares, a respeito do lançamento do livro Dei pra mal dizer: contos eróticos, às 20h00min. da próxima sexta-feira, na ADUFPI.

abril 03, 2012

Em maio


Livro de contos de Airton Sampaio, J. L. Rocha do Nascimento e M. de Moura Fiho.
Projeto gráfico: Amaral. Prefácio: Rosália Maria Carvalho Mourão.


Programe-se


LOCAL: CDL - OEIRAS - PI
 



março 28, 2012

Passagem: Millôr Fernandes


Foto: Sérgio Moraes / Agência O Globo.


Leia mais sobre o artista apertando aqui.

Um Editorial e tanto





Quem senta no próprio rabo e se põe a cortar o dos outros corre o risco de se tornar anuro na primeira vacilada. Esse aforismo construído a martelo ilustra bem a situação do senador Demóstenes Torres (DEM-GO), que passou anos na Câmara Alta interpretando o papel de Catão, o Censor, e, tal qual o político romano, defendendo rígidos valores éticos e acusando supostos ou comprovados transgressores da lei e dos bons costumes. De repente, fica-se sabendo de suas relações muito próximas com um notório contraventor, pivô do primeiro grande escândalo do governo Lula, o bicheiro Carlinhos Cachoeira, amigo íntimo e parceiro constante, a julgar pelas mais de 300 ligações telefônicas gravadas entre os dois pela Polícia Federal. Demóstenes viu-se forçado, ontem à tarde, a renunciar à liderança do DEM no Senado e encara a possibilidade de ser expulso do partido, conforme admitiu o presidente da legenda, o senador Agripino Maia (RN), caso o procurador-geral da União decida propor ao STF, com base em "argumentos sólidos", o indiciamento do senador goiano. E cabe, aliás, perguntar: por que ainda não propôs?
O caso Demóstenes é mais um que se inscreve na galeria dos recentes atentados à ética na vida pública. Independentemente de pronunciamento da Justiça sobre o episódio, o senador democrata já está em débito com as práticas saudáveis da política republicana pelo simples fato de ter, até o momento, resistido à obrigação que sua condição de homem público lhe impõe de prestar amplo esclarecimento sobre as acusações extremamente graves que lhe têm sido feitas, como a de ter pedido ou aceitado dinheiro emprestado do bicheiro Cachoeira, preso em decorrência da Operação Monte Carlo, da Polícia Federal.

Aperte aqui e leia o editorial Diferentes, porém iguais na íntegra.